A violência transfigurada: Uma práxis da psicanálise em extensão no coletivo Ceasm

Autores

DOI:

https://doi.org/10.71101/rtp.58.969

Palavras-chave:

coletivo, pensamento, autoemancipação, psicanálise, periferia

Resumo

Esta fala teorizada foi apresentada na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, em Paris, sendo dedicada a Horus Vital-Brazil, pai simbólico de uma psicanálise sempre emancipatória, política e em crise, capaz de se espantar com o brilho do pensamento coletivo que emerge na periferia do Rio de Janeiro

Biografia do Autor

Glaucia Peixoto Dunley, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, Brasil.

Psicanalista, médica (UFRJ,1977); professora colaboradora do Mestrado em Psicanálise e Políticas Públicas - MPPPP/UERJ - ZONA OESTE); professora colaboradora da Universidade Aberta da Terceira Idade/ UnATI NUCEH UERJ , onde realiza seu terceiro pós-doutoramento IMS/Prof. Renato Peixoto Veras, bolsista FAPERJ PDS (pós-doutorado sênior) 2022/23, renovada em 23/24 e que expira em janeiro de 2025; professora adjunta do Curso de Medicina UNIFESO - Fundação Educacional Serra dos Órgãos/Teresópolis/RJ, pesquisadora-visitante no PPG Letras/UFRJ (2012-2014); doutoramento em Comunicação - Sistemas do Pensamento (ECO/UFRJ, 2003); pós-doutoramentos Escola de Comunicação/UFRJ, 2006, e em Teoria Social (Escola de Serviço Social, 2008); professora assistente na Faculdade de Psicologia da Universidade Veiga de Almeida/RJ (1997-2003); mestre em Teoria Psicanalítica (PPG Teoria Psicanalítica/Inst. Psicologia, UFRJ,1996); .especialista em Biofísica (Inst. Biofísica, UFRJ, 2001); Na FESO, elaborou proposta de pós-graduação lato sensu em Saúde Mental e Cuidado Coletivo - Arte e Pensamento para uma clínica no território, inédita na região serrana do RJ, assim como criou convênios para a internacionalização do UNIFESO (Universidade de Montpellier III/Paul-Valéry/Prof. JB Paturet e Nice Sophia-Antipolis/Prof. Jean-Michel Vivès) Como psicanalista articula-se com outros campos do saber: medicina coletiva, filosofia, teoria da comunicação/comunicação comunitária, fundamentos do Serviço Social, educação e literatura, política social. Organizadora e autora do livro "Sexualidade e educação: um diálogo possível ?" (Gryphus/Forense, 1999); autora dos livros "O silêncio da Acrópole - Freud e o trágico" (Forense-Universitária/Fiocruz, 2001), "A Festa Tecnológica: o trágico e a crítica da cultura informacional" (Escuta/Fiocruz, 2005), "Superações do pós-moderno - Crítica e clínica da cultura - pensamentos e ações (Estação Utopia, 2013); Psychanalyse et utopie ( EUE, 2019; Éd. LHarmattan, 2024, no prelo); O contexto transdisciplinar na área acadêmica, a atuação no consultório, em sociedades de psicanálise e congressos, aliaram-se à realização de projetos na área social relacionados à afirmação crítica e auto-emancipatória das comunidades populares através do acesso ao conhecimento (educação e cultura) durante os pós-doutoramentos na ECO/UFRJ (2004/2006, FAPERJ) e na ESS/UFRJ (2006/2008 - CNPq), em pesquisa participativa junto à ONG Ceasm da Maré, seguida da escrita do livro (Superações do pós-moderno...), com o objetivo de torná-la uma política pública local, nacional e para países emergentes (parecer da UNESCO/2005), Destas experiências, nasceu um pensamento baseado em valores éticos e comunitários que informam o centro da cultura. Foi apresentado na École des Hautes Études en Sciences Sociales/Paris, outubro 2007, e no II Congresso Europeu de Psicanálise e Serviço Social/Montpéllier, outubro 2007; em 2009 foi convidada pelo Dep.Estética em Educação e Psicanálise/Universidade Paul -Valéry (Montpellier III, Fr) para realizar seminário na pós-graduação em na busca de metodologias de integração das periferias das grandes cidades francesas. Pesquisadora-visitante da LETRAS/UFRJ/FAPERJ como o Projeto Sobrevivências - Literatura na adversidade (2012-2014), leitura de clássicos com pré-adolescentes em escolas municipais de Nova Friburgo/RJ após as enchentes de janeiro 2011; em 2013, elaborou o Projeto Superações - O jovem em cena - Nova Friburgo, para adolescentes da rede pública de Nova Friburgo/RJ, parceria com o Centro Teatro do Oprimido/RJ. Iniciou pós-doc no Instituto de Medicina Social/UERJ em 2023, sup Renato Veras, como professora colaboradora na Unati /NuCEH onde realizou curso de psicanálise para leigos e criou o Coletivo Ambulatório da Memória, atividades que transplantou para a ZONA OESTE na recente migração do Mestrado de Psicanálise e Políticas Públicas, no qual é também professora colaboradora. (Texto informado pelo autor)

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Publicado

20-10-2026

Como Citar

Peixoto Dunley, G. (2026). A violência transfigurada: Uma práxis da psicanálise em extensão no coletivo Ceasm. Revista Tempo Psicanalítico, 58, e-969. https://doi.org/10.71101/rtp.58.969

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Artigos